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09/11/2021 às 09h59min - Atualizada em 09/11/2021 às 09h59min

​De pensar em desistir até ser referência em produtividade no café

Imprensa Capal
Imprensa Capal
O Sítio Boa Esperança, em Carlópolis (PR), já viu dias difíceis. "Quando comprei esse sítio não tinha nada. Teve uma época em que pensei em desistir do café. A lavoura não ia bem e as pessoas diziam que não ia dar certo", conta o cooperado Vitório José Aguera, um dos pioneiros da Capal naquela cidade. Segundo ele, se não fosse a ajuda da cooperativa, teria arrancado tudo.

Assistência técnica - Ao se associar à Capal, Vitorio já passou a ter assistência técnica do agrônomo José Ryoti Nakabayashi, que o atende até hoje. O cooperado conta que uma das primeiras recomendações do agrônomo foi para fazer análise do solo. "Ryoti me indicou fazer análise do solo e descobrimos que tinha muito alumínio e precisava de aplicação de gesso. Confesso que nem sabia desse uso do gesso, mas segui a recomendação", conta. Logo após, as plantas mostraram melhora e a produtividade aumentou. O cooperado mantém a confiança na assistência e segue a indicação, além de adquirir os produtos na sua cooperativa, aproveitando inclusive o prazo safra que ele afirma ser uma ótima opção.

Potencial produtivo - O cafezal, em fase de chumbinho, apresenta excelente potencial produtivo e é referência na região. O produtor mostra orgulhoso os galhos carregados e prevê uma ótima safra. "Este mesmo café que eu pensava em arrancar, hoje está maravilhoso!", comemora. Ryoti explicou que o cooperado começou a fazer a poda das plantas pela técnica do esqueletamento e isso também colabora muito com a saúde das plantas e com a produtividade.

Família - Além de todo o empenho e persistência de Vitorio, a história da família também colabora para a boa fama da produção: "Eu dou sequência ao que meu avô começou. Ele foi um dos primeiros a plantar café em Carlópolis, isso em 1940". Ele ainda comemora por não ter sofrido com a geada este ano, dizendo ter uma terra abençoada.

Insumos - A área de cerca de 17 hectares de café neste momento está passando pela aplicação de insumos pós florada. O agrônomo Ryoti explica que é necessário entrar com produtos como inseticida e fungicida para atacar as pragas que ficam no solo após a queda das flores. De toda a história contada pelo produtor, destaca-se o amor pela terra, que vem desde o seu avô, e também a confiança em boas parcerias. O cooperado afirma: “A assistência técnica da Capal fez muita diferença para mim."

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