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21/07/2020 às 16h18min - Atualizada em 22/07/2020 às 10h01min

Como a inteligência artificial pode proteger o que está na internet

Milhões de dados que circulam durante o dia nos computadores e smartphones podem vir cercados de infrações virtuais, crimes contra as pessoas como sequestros, ataques, abusos de menores, pedofilia, bullying e entre outros.

DINO
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Os milhões de dados que circulam durante o dia nos computadores e smartphones sejam dentro de uma instituição de ensino, empresas e órgãos públicos e até mesmo dentro de casa pode vir cercados de infrações virtuais, crimes contra as pessoas como sequestros, ataques, abusos de menores, pedofilia, bullying e entre outros.

Embora no mercado já existem diversas soluções e antivírus voltados a leitura de teclado, análise de conteúdo web, bloqueio de links com conteúdo impróprio (blacklist), ainda assim é comum encontrar um conteúdo inapropriado na tela.

O profissional de Desenvolvimento de Software, Cristiano Moraes, convivendo diretamente com esses desafios criou algumas soluções para que esses problemas fossem resolvidos.

Entre as soluções desenvolvidas Moraes criou o software de análise e controle como o Acronus System (acronus.com.br) e o CtrlClass Enterprise e Education (ctrlclass.com), o objetivo destes aplicativos é restringir o acesso a estes conteúdos indevidos, todos trabalham de maneira estática e pré-programada, dependendo da realização de configurações.

Com mais de 15 anos de experiência, Cristiano Moraes, em contato com várias profissionais da área de TI identificaram que muitos websites, aplicativos ou mídias portáteis (pen drive) dos usuários passavam despercebidos por estas soluções e tais conteúdos acabam sendo acessados, gerando constrangimento, perigo para as crianças, ataques, problemas dentro dos órgãos públicos, privados ou instituições de ensino.

“Inspirado nestes fatores, no final do ano de 2019 dei início ao projeto iPicSafe, utilizando scripts (Phyton, Shell Scripts, PHP, plataforma Opencv e outros) e com ele consegui efetivamente analisar imagens/fotos e vídeos recebidos e classificar o seu conteúdo como por exemplo: nudez, pedofilia, armas, drogas, álcool, gestos, sinais ofensivos e entre outros”, declara Cristiano.

A solução criada pelo profissional tem como objetivo utilizar a inteligência artificial para análise e classificação de segurança de arquivos recebidos. “Seu foco principal é tentar identificar possíveis crimes como: abusos de menores, bullying, sequestros, ataques, pedofilia e entre outros”

Inicialmente testado no aplicativo WhatsApp, nele poderemos monitorar as imagens/vídeos recebidos. Administradores, órgãos públicos ou privados, instituições de ensino ou familiares poderão gerenciar estes arquivos recebidos, com opção de poder excluí-los manualmente ou automaticamente, todos os comandos realizados remotamente via internet.

No futuro próximo, esta tecnologia estará presente nas plataformas de Windows e MacOs e plataforma IOS. Isso poderá garantir um melhor desempenho na monitoria de todos os arquivos dos aplicativos, pen drives, sites e redes sociais utilizados pelos usuários.

 



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