29/07/2022 às 12h09min - Atualizada em 29/07/2022 às 12h09min

Saúde investiga caso de "Varíola dos Macacos" em Carlópolis

Caso suspeito em Guapirama foi descartado

Redação
Imagem ilustrativa / Google Imagens
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná investigada um caso de Monkeypox (conhecida popularmente como varíola dos macacos) na cidade de Carlópolis e já descartou outro caso suspeito em Guapirama.

Ao todo o estado do Paraná tem 21 casos confirmados, todos na capital. São 20 homens e uma mulher com idades entre 22 e 40 anos. Somente nesta quinta-feira (28) foram confirmados 11 dos casos.

Além do caso em investigação em Carlópolis, a SESA ainda investigada outros 25, em Cascavel (1), Colombo (1), Curitiba (19), Jaguapitã (1), Loanda (1), Maringá (1) e Nova Esperança (1).

A SESA descartou um caso suspeito em Guapirama e outros 23 em Campina Grande do Sul (1), Cascavel (1), Curitiba (9), Londrina (1), Foz do Iguaçu (1), Maringá (3), Pinhais (1), Ponta Grossa (1), São José dos Pinhais (1), Toledo (2), Cambé (1), e residente de São Paulo (1).

As amostras de todos os pacientes foram coletadas e encaminhadas para o Laboratório Central do Estado (Lacen/PR), responsável pela articulação com o Ministério da Saúde para envio ao laboratório de referência para casos desta doença, em São Paulo.

A varíola do macaco é uma doença viral e a transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato com lesões de pele de pessoas infectadas. A infecção causa erupções que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo. Os principais sintomas, além das lesões na pele, envolvem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfadenopatia, calafrios e fadiga.

A Sesa mantém um constante monitoramento dos casos confirmados e suspeitos em todo o Estado para o controle da doença. A orientação aos municípios é que diante de um caso suspeito, o paciente seja isolado e todos os seus contatos passem a ser monitorados diariamente.

Caso algum contato apresente sintomas, deverá ser isolado e conduzido como caso suspeito, de modo a diminuir o risco de novas ocorrências. Os confirmados também passam pelo mesmo monitoramento diariamente, sendo encerrados somente após o desaparecimento completo das lesões.

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