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22/09/2020 às 14h37min - Atualizada em 24/09/2020 às 00h00min

CETTRO Brasília possui características de tratamento e suporte decisivas no transplante de medula óssea

Em entrevista, o médico hematologista Rafael de Sá Vasconcelos, do CETTRO (Centro de Câncer de Brasília), enfatiza a grande relevância dos transplantes de medula óssea para o tratamento de diversas enfermidades que afetam as células sanguíneas, como a leucemia e os linfomas.

DINO
https://www.cettro.com.br/

Em entrevista, o médico hematologista Rafael de Sá Vasconcelos, do CETTRO (Centro de Câncer de Brasília), enfatiza a grande relevância dos transplantes de medula óssea para o tratamento de diversas enfermidades que afetam as células sanguíneas, como a leucemia e os linfomas.

O procedimento consiste na substituição de uma medula óssea enferma ou insuficiente por células normais de medula óssea de um doador, de modo a propiciar a reconstituição da medula do paciente.

"Desde o ano 2000, o CETTRO realiza todos os procedimentos de transplante de medula óssea. Ou seja, é uma experiência de 20 anos, que é um diferencial para os casos que exigem um diagnóstico rápido e preciso, além de uma intervenção ágil, com toda uma equipe multiprofissional necessária", afirmou o Dr. Rafael de Sá.

O especialista destaca que tais características de tratamento e suporte foram decisivas para o desfecho positivo de inúmeros casos delicados. Só a título de exemplo, o médico narrou um caso: no final de 2019, um paciente jovem foi detectado com leucemia aguda extremamente agressiva. Após receber terapia protocolar de indução, foi verificado que não houve remissão da enfermidade, o que exigiu uma terapia de resgate.

Foi verificado, então, que a única chance total de cura do paciente seria mediante um transplante alogênico. Um teste foi feito na única irmã do paciente, cujo resultado mostrou 100% de compatibilidade, o que representava uma imensa probabilidade de não haver rejeição após a doação de medula.

"O procedimento foi feito com sucesso em 2020 e, hoje, pouco mais de três meses após a intervenção, nós já retiramos a imunossupressão do paciente pós-transplante e verificamos que já não há no rapaz nenhum sinal da doença", comemorou o profissional.

Assista a entrevista completa no link: https://www.youtube.com/watch?v=Tyc3tW4Kh3Q&feature=youtu.be



Website: https://www.cettro.com.br/
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