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28/10/2020 às 11h08min - Atualizada em 28/10/2020 às 11h08min

​Pai cria bebê com Down sozinho. Mãe queria doar filho para adoção

Só Notícia Boa
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O medo e o preconceito sobre a síndrome de Down ainda separam casais. Não vamos fazer julgamentos aqui, mesmo pq não somos juízes da vida de ninguém. E se neste caso foi um pai, também existem muitas mães que assumem seus filhos sozinhas. Nosso carinho a elas e a eles, mães e pais solo, que cuidam das crianças com todo amor que elas merecem.

Evgeny Anisimov, de 33 anos, se tornou o homem mais feliz do mundo quando nasceu o filho dele, Misha, mas quando os médicos disseram: “Temo que seu bebê tenha Síndrome de Down”, o mundo dele caiu e o casamento também.

A esposa dele queria entregar o filho para adoção. Quando Evgeny soube disso ele tentou convencê-la de que poderiam superar a situação juntos, mas ela não aceitou e eles se separaram.

“Agora eu entendo que ela só estava com medo. Ela começou a agir de acordo com o cenário errado [que ela pensava], e a essa altura… era tarde demais para recuar”, disse ao Bored Panda.

Pai solo

Desde então, Evgeny cria Misha sozinho na Rússia. Ele faz comida pra ele, dá banho e põe na cama todas as noites.

O pai também organiza atividades pra ajudar no desenvolvimento físico e mental do menino.

Desde os cinco meses de idade, a criança tem aulas de natação todas as semanas. Ele também começou a terapia da fala. São tratamentos e serviços caros, mas Evgeny é grato por muitas pessoas que o ajudam a pagar as atividades.

Ele admite que todo esse trabalho não é fácil e agradece à mãe dele que o ajuda pra que sobre algum tempo para o pai cuidar de si mesmo.

Envergonhado

Evgeny Anisimov confessa que saiu chorando do hospital quando recebeu o diagnóstico, mas logo se sentiu envergonhado com a própria reação.

Ele percebeu que estava sendo egoísta. Entendeu que a criança era de sua responsabilidade e que ele deveria estar à altura da tarefa de cuidar dela, por mais difícil que fosse.

Chegando em casa, o pai foi pesquisar sobre a síndrome de Down, já que não conhecia nada sobre o assunto.

“Aprendi que na Europa as pessoas com Síndrome de Down são bem socializadas, podem viver e trabalhar de forma independente”. Disse.

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