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07/05/2021 às 12h56min - Atualizada em 07/05/2021 às 13h20min

Ultrassom microfocado combate a flacidez de forma não cirúrgica

O ultrassom microfocado causa uma contração dos tecidos profundos próximo à musculatura, provocando uma retração de toda a face e efeito “lifting” não cirúrgico. Além disso, essas ondas de calor compactam as camadas de gordura e estimulam a produção de colágeno da pele.

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Segundo projeções do IBGE, nos próximos 25 anos, a população acima de 60 anos irá praticamente dobrar. Até 2055, a população dessa faixa etária será maior do que a população jovem, pelos estudos. Dessa forma, é esperado um aumento das queixas relacionadas ao efeito do tempo, como rugas e flacidez. Sendo assim, tratamentos que possam combater esses efeitos tornam-se uma realidade necessária. Por outro lado, é notável que as pessoas querem combater o envelhecimento de forma menos invasiva possível, buscando cada vez mais  procedimentos que não interfiram na sua rotina.

A partir dos 25 a 30 anos inicia-se o processo de perda de colágeno, que leva à tão temida flacidez da pele, fator que incomoda bastante algumas pessoas, principalmente para aquelas que não querem ser submetidas a procedimentos muito invasivos, como cirurgias de lifting facial. Com o avanço da medicina estética, cada vez mais tecnologias chegam ao mercado trazendo tratamentos menos invasivos, como é o caso do ultrassom microfocado, muito conhecido pelas marcas Ultraformer e Ulthera.

O ultrassom microfocado é um equipamento de última geração que faz o aquecimento de várias camadas, desde regiões profundas até camadas superficiais da pele. Segundo a dermatologista Dra. Ana Carulina Moreno, essa tecnologia atua por meio da emissão de ondas de calor focadamente, causando pontos de coagulação em várias camadas do local tratado, desde a profundidade até as camadas mais superficiais da pele. Esses pontos de coagulação causam uma contração dos tecidos profundos próximo à musculatura, provocando uma retração de toda a face e efeito “lifting” não cirúrgico, explica a especialista. Além disso, essas ondas de calor compactam as camadas de gordura e estimulam a produção de colágeno da pele. O resultado final é um “emagrecimento” da região tratada e espessamento da pele com melhora da flacidez cutânea.

Qualquer pessoa a partir dos 25 anos pode realizar esse tratamento. A dermatologista afirma que são montados vários protocolos de forma totalmente individualizada. Sendo assim, o foco pode ser o tratamento da flacidez, de uma gordura localizada ou mesmo uma prevenção do envelhecimento com estímulo de colágeno anual. O número de sessões vai depender de cada caso, mas normalmente é um tratamento feito apenas uma vez ao ano, explica a médica. Além disso, não exige afastamento das atividades diárias após o tratamento e, por ser anestesiado topicamente, o procedimento é muito confortável, sendo preferido por muitos especialistas e pacientes.

Um procedimento feito para homens e mulheres, sem restrições de idade. Para aqueles que já sentem a flacidez mais evidente e querem melhorar o contorno do rosto, tratar a flacidez do pescoço, da papada ou das pálpebras. Ou ainda para aqueles que gostam de fazer sua poupança de colágeno e querem envelhecer com naturalidade. Para todos esses casos, o ultrassom microfocado é uma opção.



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