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16/07/2021 às 15h14min - Atualizada em 16/07/2021 às 15h14min

A produção de livros infantis como incentivo à leitura

Assessoria
Divulgação
Quando começou a escrever e sonhar com a publicação, a autora Mônica Costa jamais imaginou que hoje, estaria publicando livros infantojuvenis. O gênero não estava em seus planos não apenas porque ela só escrevia poemas, mas principalmente porque tinha dificuldades para escrever em prosa.

A ideia para o primeiro livro infantil veio de sua filha primogênita Ana Letícia, que, com 7 anos, sugeriu que ela escrevesse a história da cachorrinha Nina, seu animal de estimação que acabara de ser adotado. A Escritora vibrou com a ideia e “abraçou-a” de pronto. Escreveu o texto com bastante empolgação e, no final de 2019, estava concluído o processo de edição do livro “Portão Aberto, Destino Certo”, brilhantemente ilustrado por Vívian Saad e lançado em março de 2020.

Mônica conta que o retorno dessa primeira publicação infantojuvenil foi tão gratificante que alguns meses depois, ela resolveu concluir a primeira história para crianças que havia começado a escrever em meados de 2018, mas que, por conta da dificuldade com a prosa, acabara abandonada “numa gaveta”. E assim nasceu o livro “Tem Barulho no Terreiro, Intruso no Galinheiro”, finalizado em agosto de 2020. 

Em 2021, a autora acaba de lançar mais dois livros no gênero: “Os Patinhos Silvestres”, ilustrado por Lara Marcelino, e “A menina que não gostava da noite”, ilustrado por Pat Lima, ambos publicados pela Editora A. R. Publisher, localizada em Maringá/PR. A terceira obra deste ano – “Joana Menina e o Cavalo Campolina”, ilustrada por Alexandre Falcão, encontra-se em fase final de edição.

Sobre a origem desse amor pela Literatura Infantil, a escritora retoma as vivências da sua meninice e conta que da primeira infância, uma lembrança marcante é a presença de seu avô paterno contando histórias para ela, seus irmãos e seus primos. Quando o avô estava em casa, o fim da tarde era o momento mais esperado pelas crianças, que viajavam na imaginação com as aventuras de Pedro Malasartes, o principal repertório do querido “Vô Paulo”.

Ao ser questionada sobre o propósito das suas publicações, Mônica diz que pratica a escrita literária não apenas como hobby, mas também com o objetivo de incentivar as crianças a lerem com mais frequência. Assim como a leitura foi essencial para o seu crescimento e trouxe resultados positivos para a sua vida, ela deseja que as crianças de hoje se desenvolvam da mesma forma e se tornem cidadãos livres, conscientes de seus direitos e deveres perante a sociedade. 

Por fim, a autora ressalta que a Literatura Infantil não é produzida apenas para crianças. Trata-se de um gênero que automaticamente é lido por pais, professores e mediadores, alcançando, assim, uma dupla audiência. Além disso, os livros infantis também têm duas funções: uma artística e outra pedagógica, ou seja, servem tanto como entretenimento e distração quanto como material de apoio para o Ensino formal do ambiente escolar.
 

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